"Se quiser me ferir, me fira com boas verdades. Joga na minha cara meus erros (se houveram erros), derrama sobre a mesa as minhas piadas, joga fora tudo que eu tentei te dar, mas não me fira com mentiras nem tente tirar de mim a única coisa boa que você me deu e que restou no final. Uma insana vontade de um dia poder me vingar!"
Dizer oi ou Adeus?!
"Mesmo assim a vida ainda é um tabuleiro, eu continuo fugindo, eu continuo vivendo (jogando)."
Não mais uma semente, agora uma flor murcha... que não sabe pra onde olhar, que não possui mais um sol pra não congelar.
Gostaria muito de por pra fora o que sinto agora, de poder sair de dentro de mim, de poder chorar.
Sinceramente, morrendo por dentro, vivendo por fora e esperando eternamente.
Horas e horas, já foram dias, meses e lá vem os anos. Longe do que um dia eu poderia chamar de amor. Não sei se nasci pra amar, mas por um lado já me acostumei a sofrer, não dói mais.
A cor da chama.
Acordei cinza, parecia chover. A cidade estava calada e o vento queria morrer.
Era tudo uma angústia, parte da minha solidão... era tudo infinito e desejo
em meu coração. Não era mais a vida, era apenas um sopro. Não era mais
minha escrita, era o meu eu morto.
Fui trabalhar estava tudo amarelo, não tinha mais chuva, mas o sol era discreto.
Não, eu não iria sorrir, era tudo fingimento, era parte do pressentimento que
Antes não pude sentir.
Sinceramente não me arrependo, vou dormir azul (a cor do meu lamento).
Posso até mentir, querendo vermelho, mas sinto falta do velho preto.
Não sei mais qual é a minha cor, minha aura é inquieta, vagando sem amor.
Talvez seja isso que esteja faltando para fixar uma cor em mim, amar e ser amado,
esperar incerto e ser esperado.